A PREFEITURA MUNICIPAL, POR MEIO DO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS), PROMOVEU O DIA DO COMBATE: VIOLÊNCIA CONTRA MULHER, COM PALESTRA, EVENTO REUNIU MAIS DE 30 MULHERES, ATENDIDAS PELO CRAS;

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Nesta última quarta-feira dia 04/dezembro/2019

A prefeitura Municipal, por meio do Centro de Referência de assistência Social (CRAS), juntamente com toda equipe:

Promoveu o dia de Combate:  Violência contra a mulher, com Palestra;

Palestrante: Advogada Dr. Ana Pascoal, que prestou esse trabalho voluntário, em prol do bem social e comunitário.

O objetivo é orientar as mulheres dos seus direitos e levar informações sobre a Lei Maria Da Penha.

Nesta Quarta Feira (04.12), as informações foram transmitidas para mais de 30 mulheres, atendidas pelo Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CRAS)

Durante a palestra, a Dr. Ana Pascoal abordou os principais crimes sofridos pelas mulheres.

A violência contra a mulher, pode ser praticada nas diferentes maneiras como se apresenta hoje. Comumente ocorre no ambiente doméstico e familiar, e é vedada pelo nosso ordenamento jurídico pela lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha.

 

A lei, em seu artigo 7, esclarece que os atos de violência tipificados não são apenas aqueles de natureza física, como agressões que deixam marcas explícitas na pele, mas ainda, daquelas que corroem a autoestima da mulher, que intimidam suas ações, que ridicularizam e limitam seus direitos enquanto cidadã.

 

São descritas como violência:

Violência de natureza física, como a prática de atos que afronte a saúde ou integridade física; violência psicológica, por ações que lhes gerem qualquer forma de danos de origem emocionais;

 

violência sexual, por qualquer forma de constrangimento a presenciar, manter ou a participar de relação sexual não desejada; violência patrimonial, por condutas que mitiguem ou impeçam o uso de seus bens, direitos e recursos financeiros, bens ou documentos pessoais ou de trabalho; e, por fim a violência moral, caracterizada por atos que configurem calúnia, difamação ou injúria.

 

É imperioso ressaltar, que a violência doméstica e familiar apresenta um ciclo dividido em três fases: o aumento de tensão (onde o companheiro cria atrito, ofende e passa agir de maneira ameaçadora, mas sem violência física); ataque violento (fase extrema desse ciclo. É o momento que a mulher sofre violência física e/ou sexual do companheiro); e por fim, a fase lua de mel (quando o companheiro tenta se redimir das agressões físicas e psicológicas, presenteando ou pedindo desculpas. Muitas vezes passa a ser até mais carinhoso, dizendo que vai mudar).

Mas mulheres não se enganem, quem agride uma vez, tem coragem de agredir tantas outras vezes for possível.

 

Então, em caso de suportarem alguma das situações elencadas acima, você pode procurar ajuda e orientação nas delegacias, Defensoria Pública e no Ministério Público.

 

Caso você conheça alguém que sofra violência doméstica, você pode denunciar, anonimamente, por meio do telefone 180 ou pode também chamar para a polícia no 190. E lembrem-se: ninguém vive um relacionamento abusivo porque gosta.

 

“Mulher que sofre violência doméstica é uma VÍTIMA e necessita de ACOLHIMENTO e não julgamento”, diz Dr. Ana Pascoal.

O CRAS além atender semanalmente as famílias com objetivo de fortalecimento de vínculos e convivência, realiza todo ano está Campanha: Combate Violência contra Mulher.

” Essa Palestra teve grande valia para conscientizar mulheres, sobre os direitos das mulheres e até mesmo informa o que é violência Doméstica”. Enfatiza Prefeito Municipal.

 

A palestra se encerrou com um delicioso café da manhã!

 

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